Os ministros europeus não chegaram a consenso sobre o controlo e etiquetagem dos produtos provenientes de animais clonados, dos Estados Unidos da América e da Argentina.
Na prática significa que entre 300.000 e 500.000 toneladas de carne de animais clonados podem continuar a entrar e circular nos países da União Europeia, sem o consentimento ou sequer o conhecimento do consumidor. 80% dos europeus já fez saber que não pretende comprar carne clonada e a maioria dos europarlamentários vota a favor da rastreabilidade e etiquetagem dos produtos provenientes de animais clonados.
No entanto, nem a Comissão Europeia nem os ministros europeus estão dispostos a enfrentar os EUA nessa matéria e por isso escolheram manter o vácuo legal: enquanto não for criado um sistema para averiguar a origem da carne, o que não parece possível realizar-se a breve prazo, não se proíbe a importação de carne dos EUA e Argentina...
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